Futuro do Jornalismo

Esta narrativa tem o propósito de tentar entender qual o futuro do jornalismo a partir do advento das redes sociais nos processos de produção da notícia.

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  1. As novas gerações de jornalistas têm tudo para estarem mais bem preparadas para responder a pergunta: "Qual o futuro do jornalismo?". Como se vê as redes sociais não são somente tema de oficina no @Intercom, mas também são modos de comunicação entre os jovens. A resposta começa pela forma horizontal que a comunicação na internet propõe para os interagentes. O primeiro tópico desta resposta - que a meu ver não é uma resposta fechada - está no modelo comunicacional. Não há mais um emissor absoluto. E o meio (digital) proporciona a interação acima de  tudo.
  2. O artigo "O verdadeiro desafio do jornalismo nas redes sociais", publicado no Observatório da Imprensa, em 21 de julho. Avança em outro sentido nesta discussão: aborda os entraves existente pela visão que se tem do jornalismo ainda hoje. É importante perceber que não se trata apenas de mais um modo ou um modo novo de fazer jornalismo. Mas também de novos desafios a serem pensados. 
  3. Jornalismo na internet: incerteza nas redes sociais
  4. Considerando-se a produção de informações em que todos são emissões e, ao mesmo  tempo, todos são audiência, e a partir do momento que o jornalismo assume seu papel nesses meio, é evidente a necessidade de que haja um jornalista capaz de lidar com essas informações. É aí que se vê os entraves. Contudo, na medida em que se percebe as especificidades do meio digital abrem-se possibilidades de investimento. Dá para se dizer que as redes sociais sugerem uma revisão no conceito de "gate keeper". 
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  6. Comunicar-se com uma audiência que não se sabe se está ou se não está ali recebendo as informações. Mais do que nunca, a internet e sobretudo o Twitter é o local em que a máxima "é preciso ser visto para ser lembrado" torna-se palavra de ordem. Um turbilhão de informações são despejadas nas timelines e haja criatividade para replicar a informação. Mas num meio onde tudo flui com muita rapidez é preciso dizer de novo o que já foi dito para não correr o risco de não ser "visto".
    Além da agilidade, uma das mudanças evidentes é estar presente em diferentes canais nas redes. Twitter e Facebook parecem os mais consolidados, pelo menos os mais comentados. Mas as redes não param por aí. Instagram, YouTube, Pinterest e figurar na própria busca do Google também são ferramentas a se pensar porque as pessoas também estão conectadas nesses locais. 
  7. The Social Media Intensive Care Unit is faced with an emergency
    The Social Media Intensive Care Unit is faced with an emergency
  8. Celular é uma arma. Qualquer pessoa munida de celular com câmera, acesso à internet e um aplicativo de rede social tem condições de chegar na frente de um jornalista. É por este motivo que os jornais devem estar conectados com as pessoas para, a partir delas, saber o que acontece nos locais onde os repórteres não estão (ou ainda não chegaram). 
  9. Não dá para contar apenas com o olhar dos cidadãos para contar histórias. Monitorar redes sociais é importante, mas não livra o jornalista de sair para a rua. Se até hoje sair com bloquinho e gravador era o suficiente, na era da convergência as coisas mudaram. Não basta apenas gravar a entrevista ou fotografar a situação. É preciso postar imediatamente. Para isso, o saudoso Steve Jobs nos deu uma ótima ajuda: inventou o iPad, esse tal computador portátil que tem mil e uma funções. Mas que serve muito bem para o jornalista, porque além de oferecer o gravador e o bloquinho, ele vem com Twitter, Facebook e acesso à internet. Está aí mais uma resposta para o futuro do jornalismo: os jornalistas têm de ser mais "high tech".
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